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O que artesanato pode fazer pela acessibilidade e pela inclusão


Tão importante quanto a inclusão, a acessibilidade se estende a diferentes formas de auxiliar. É o caso das dúvidas com os pagamentos e declarações de Imposto de Renda para MEI, para empresas... A dica é, se você é MEI, procure ajuda no SEBRAE. Eles têm uma área específica para informações e auxílio a dúvidas sobre isso.


Estamos vivendo uma fase de dor coletiva, mas, podemos dar as mãos e nos ajudar. Afinal, estamos adoecidos. Porém, estender a mão é uma medicação poderosa. É preciso acolher com coisas possíveis, com dicas simples, com sugestões que estão ao alcance de todos.


O verdadeiro acolhimento é mostrar para o outro que estamos todos na mesma tempestade, mas que podemos nos ajudar, ainda que todos estejam passando por dificuldades. Então, vamos acolher, comprar e ajudar a divulgar nossos colegas artesãos. Mas é preciso acolher com coisas possíveis. Afinal, não importa em que lugar que você esteja, todos estamos enfrentando uma batalha.


“Só existe inclusão com convivência.” Começando com essa frase poderosa, Sonny Polito nos deu uma verdadeira aula sobre inclusão. Ele tirou dúvidas e esclareceu conceitos importantes como: “não confunda a deficiência com incapacidade”. Disponibilize-se a sentir a necessidade do outro.


Dados importantes também foram trazidos. Por exemplo: atualmente, temos 45 milhões de pessoas com necessidades especiais, no Brasil, ou seja, 28% da população.


É muito importante pensar na visão do outro. Em como cada um recebe a nossa informação, acessa o nosso trabalho. Assim, descreva o seu produto e passe as suas informações e dados para vendas, no Instagram. Vá em configurações e opte por “texto alternativo”. Também use hashtags, por exemplo: #paracegover. Além disso, informe-se sobre como legendar seus vídeos. Esta é uma outra forma muito eficaz de promover a inclusão.


Lembre-se, a tecnologia facilita a nossa vida, mas, para o deficiente, ela torna a vida possível. Assim, a conversa de hoje também trouxe dicas de APPs, como o Be My Eyes (https://www.bemyeyes.com/language/portuguese-brazil), que auxilia na inclusão da pessoa com deficiência visual. O interessante é que o aplicativo permite que pessoas que enxergam atuem como voluntárias no auxílio a quem não pode ver.


O segredo é sentir a necessidade do outro e isso vale para tudo, incluindo as opções para alérgicos, por exemplo. Sobre isso, Dani Delinski nos dá a informação de que, atualmente, já existe uma fita de contato que, na verdade, é uma cola de contato, produzida à base de água, ou seja, que não corre o risco de provocar danos à pele.


No final das contas, o que todos queremos é estar juntos. E a boa notícia é que, amanhã, isso já é possível porque amanhã tem mais Hora do Vício!


Até lá!


Foi muito bom conhecer nomes que lutam pela inclusão neste nosso papo. Se quiser saber mais sobre eles também. Acesse:

Sonny Polito: https://www.instagram.com/sonny.polito/

Fabio Henz: https://www.instagram.com/fabiohenz/

Gustavo Torniero: https://www.instagram.com/torniero/?hl=pt-br


Já para a fita de contato Colô Ficô, disponíveis na loja Dani Delinski, acesse:

https://lojadanidelinski.com.br/produto/fita-de-contato-7mm/

https://lojadanidelinski.com.br/produto/fita-de-contato-35mm-colofico/




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