Quantos aplausos eu preciso para ser feliz?


Vamos começar falando sobre para o quê batemos palmas e o que não. O que acreditamos que valha à pena focar e o que não nos obrigamos a fazer, a viver...


Afinal, não importa o que acreditamos, o respeito e o reconhecimento às diferenças e às ações edificantes valem o nosso aplauso.


É importante reconhecermos e aplaudirmos a nós mesmos nas coisas que acreditamos fazer bem. Também vale o reconhecimento às pessoas que auxiliam o seu próximo, ainda que a realidade dificulte esse processo.


Outro ponto é o olhar para as mulheres e sua capacidade de superação frente às adversidades. Assim como o conhecimento compartilhado e o respeito às diferenças na Hora do Vício merecem todos os aplausos.


Por fim, o trabalho voluntário merece reconhecimento e compartilhamento.


Por hoje é só, mas amanhã tem mais. Até lá!





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