Quem é o meu cliente?


Com um tema tão quente e que desperta tanto interesse a sala tinha tudo para pegar fogo... E pegou! Ainda que deixando alguns momentos de silêncio. Mas acho que é porque o tema também fez pensar.


Já começamos com a frase: “não existe produto ruim. Existe público errado.” Muito pertinente, já que, provavelmente, quem reclama que não está vendendo, está comunicando para outras artesãs e não para clientes. Ou seja, se seu foco é a venda, é preciso olhar para o cliente potencial.


Uma questão levantada foi sobre o feed do Instagram. Quanto a este, mesmo que haja amigos artesãos no seu perfil, o conteúdo deve ser focado no cliente. Uma coisa independe da outra. Mas, fique de olho, porque o universo de redes sociais é propício para que a artesã ensine, em vez de vender. Não desvie o seu foco.

Lembre-se sempre de que o cliente quer o seu trabalho, mas o concorrente quer o seu cliente. Então, marcar parceiros e fornecedores pode ser um furo no pé. Para não atrair o resultado errado, tente fazer parcerias de desconto. Pode ser mais eficaz.


Além de todas as questões levantadas, pense que é importante levantar dados sobre o seu cliente e identificar para quem você vende e para quem você quer vender. Exercite investigar e identificar ao máximo esse cliente. Isso vai começar ajudando no pós-venda, mas vai acabar resultando em fidelização.


Amanhã, o dia é livre, mas, também vamos providenciar um resumo.


Até lá!


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