Senta, que lá vem história: renda de bilro


A renda de bilro exige mãos pacientes e cuidadosas e cada peça pode levar de três a quatro dias para ser finalizada, enquanto trabalhos mais detalhados podem chegar a meses, até serem entregues. Uma arte tradicional passada de mãe para filha, há décadas.

Prova de que esse verdadeiro tesouro alagoano tem tudo para seguir encantando os olhares mais sensíveis é a aula de Renda de Bilro, que já conta com duas turmas – manhã e tarde – e funciona a escola Clarice, dentro da Secretaria Municipal de Cultura, em São Sebastião, com o apoio do governo do Estado de Alagoas. As professoras que ministram as aulas são as irmãs Josefa e Maria, filhas da artesã Clarice Severiano, falecida em 2012, reconhecida como Patrimônio Vivo de Alagoas, pelo Governo do Estado. Desde 2013, o título pertence à Maria Severiano dos Santos – mais conhecida como Maria Clarice –, filha-professora da artesã, que faz parte da 4ª geração da família de rendeiras.

A notícia ganhou notoriedade pela divulgação da Agência Alagoas, de notícias, assim como da página de Nina Sargaço, no Facebook. Nina é criadora do grupo fechado "A Arte das Linhas e das Agulhas", na rede social, que conta com mais de 20 mil membros, e é dona de um dos maiores acervos de artigos têxteis do Brasil. Com mais de 15 mil itens de trabalhos em agulha, como rendas, costuras, crochês, tricôs, bordados, além de livros, mostruários, instrumentos, materiais, revistas especializadas e outros, seu acervo fica localizado em São Paulo.



Serviço

Nina Sargaço: facebook.com/nina.sargaco

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